Vivir debaixo o Novo Pacto:
Liberdade do Velho Pacto
que é derramado por vós." Lucas 22:20
Introdução
Por que Cristo cumpriu todas das promessas e símbolos da Lei de Moisés, a Lei de Moisés não está atualmente em efeito (Mateus 5:17-18; Hebreus 9:19-26). Crentes não estão sob a obrigação de obedecer a Lei de Moisés (Romanos 7:6). Em vez disto, nós estamos debaixo do lei perpetua de Deus - a lei de Cristo (Romanos 6:16-17; 7:22-23, 25; 8:2, 7; 1 Coríntios 9:21). Em concordância com a profecia do Jeremias 31:31-34, o Velho Pacto tem sido substituido pelo Novo Pacto (Lucas 22:20; Hebreus 8:13). Todavia, alguns cristãos ainda retem alguns conceitos do Velho Pacto. Quando os conceitos do Velho Pacto que são inválidos são trazidos para o meio dos crentes do Novo Pacto, isto causa tropeço aos crentes e confunde os incrédulos. Alguns conceitos do Velho Pacto que incorrectamente são retidos por alguns crentes incluem o altar, lugares sagrados, o sacerdócio, o dízimo, e o dia do sábado.
O Altar e Os Sacrifícios
No Velho Testamento, o altar era um lugar especial, especifico, designado, e físico no tabernáculo e mais tarde era no templo onde o louvor era realizado através de oferecer os sacrifícios à Deus. Como uma parte do sistema da Lei de Moisés de louvor, estes sacrifícios simbolizavam que a morte de Jesus Cristo seria o sacrifício da expiação para cobrir os pecados.
Como o sacrifício e substituição, o morte de Jesus Cristo na cruz cumpriu os símbolos dos sacrifícios que foram feitos no altar no tabernáculo e no templo. Desde que a morte Dele é eficaz como o sacrifício por pecados, o altar físico agora é inútil. Jesus Cristo disse que já não é um lugar físico especial onde o povo louve à Deus; mas, crentes louvam à Deus em espírito e na verdade (João 4:23-24).
Lugares Sagrados
Através do Espírito Santo que habita em crentes e o efeito da Palavra de Deus no caráter deles e as vidas deles, Deus habita em crentes (1 Coríntios 3:16-17; 6:19-20; 2 Coríntios 6:16-18; Efésios 2:19-22). Ele não habita em edifícios ou qualquer outros lugares físicos. Mesmo que não há altares físicos, já não há o físico templo. Ainda que na época do Velho Testamento, o tabernáculo e o templo foram meramente símbolos da prescença de Deus. Deus é espírito - Ele não pode ser contido em qualquer coisa física. Um edifício não pode conter Deus (1 Reis 8:27-30; 2 Crônicas 2:6; 6:18-21).
O Espírito Santo habita em todos os crentes - habita dentro cada crente - (1 Coríntios 3:16-17; 6:19-20; 2 Coríntios 6:16-18; Efésios 2:19-22). Assim, um 'edifício de uma igreja' não é um lugar sagrada onde Deus mora - nem há um lugar especial onde um pessoa tem contato mais próximo à Deus ou melhor do que as outras partes da igreja. Crentes são santificados e separados do mundo por meio de Cristo; mas um edifício não pode ser santificado. Nenhum parte de um edifício é santificada, incluir a sala onde o povo reune-se para ter serviços religiosos. Deste modo, não há salas que são santuários. Não há nada lugares especiais no predio da igreja que têm mais poder espiritual do que outros lugares.
Desde a morte de Cristo, não há verdadeiros altares físicos. Por isso, agora não é próprio para uma pessoa 'orar em um altar.' Assim mesmo, não há algum tipo de espiritual benefício para uma pessoa 'vir ao altar' ou 'vir à frente.' Porém, essa ação é danaso ao verdadeiro louvor, porque distraí seu foco para Deus através de um errôneo ênfase numa certa parte da sala. Também, ter pessoas 'vindo à frente para ajoelhar-se e orar' dilue a pureza e eficácia de oração porque esta ação traz atenção à espiritualidade das pessoas que vêm à frente (Mateus 6:5-6).
Por que não há qualquer poder especial e espiritual na frente de um edifício, não há nem valor espiritual em 'ir à frente' para ser salvo. Também, uma pessoa não pode 'ir' a qualquer lugar físico para ser salvo. Não há nada que uma pessoa possa 'fazer' para ser salvo. Salvação é um presente gratuito de Deus por meio da fé (Tito 3:5; Efésios 3:8-10). Salvação é recebida quando uma pessoa arrepende-se do pecado e de servir a si própria, e crêr em Cristo - em qualquer que seja o lugar físico da pessoa. Ter uma pessoa a ir à um certo lugar para ser salvo, é adicionar uma obra (uma viagem) a fé (Efésios 2:8-9). A mesma conclusão aplica a 'levantar da mão' e qualquer outras ações físicas.
A afirmação que estas ações são maneiras nas quais uma pessoa pode obedecer à Cristo, quem disse, "me confessar diante dos homens" (Mateus 10:32-33; Lucas 12:8-9) é uma entendimento incorreta dos versos. Nesta frase, Jesus Cristo não estava referindo-se a como ser salvo (justificação); Ele estava referindo-se ao que é característico de um crente: um crente confessa Jesus Cristo como Senhor por meio de ações e palavras. É o contrário do que é característica de um incrédulo: um incrédulo nega que Jesus Cristo é Senhor. Jesus Cristo não estava referindo só à uma 'confissão' Dele; Ele estava dizendo que uma pessoa deve viver uma vida que proclama a verdade de Jesus Cristo como seu Senhor. Segundo a Bíblia, nem Jesus Cristo ou seus apóstolos dirigiram uma pessoa a 'levantar sua mão' ou 'vir à frente.' As instruções da Bíblia sobre como ser salvo não incluem esses atos.
Assim mesmo, a ligação de Paulo em Romanos 10 não apoia o atualmente popular método de requerer o povo 'vir à frente' para ser salvo. Em Romanos 10:10, confissão com a boca é para salvação - resultará em santificação e a salvação final fora da condenação eterna. Observa ao mesmo verso que a pessoa é justificada - se imputada justa com Deus - por meio da fé. Obras - incluem confissão com a boca - vem posterior de justificação e regeneração e são o resultado de 'ser salvo.'
(Veja notas sobre "invocar o nome do SENHOR" e sobre batismo.)
Conceitos teológicos e práticas evangelisticas que erroneamente atribuem prestígio especial a alguns lugares ou são contrários ao evangelho de Jesus Cristo e ao Novo Pacto devem ser rejeitados.
O Sacerdócio
Na época do Velho Testamento, o povo necessitava de sacerdote para mediar entre aqueles e Deus. Todavia, o Senhor Jesus Cristo, como nosso sumo sacerdote, nos tem representado com Sua mediação com Deus pela Sua morte para que nossos pecados possam ser perdoados. Ele permanece nosso mediator (Hebreus 9:11-15; 10:10-14, 19-22; 1 Tim 2:5-6). Por que agora nós somos jeitos correto com Deus por Cristo, todos crentes são feitos sacerdotes para oferecer sacrifícios espirituais de serviço, dar graças, obediência, e elogio a Deus (1 Pedro 2:5-10).
O Dízimo
Atualmente, é comum pelas igrejas ensinar e impor o dízimo como o requisito dos membros. Mesmo que o dízimo era claramente e inseparávelmente junto com o Pacto de Moisés e tinha o propósito só dentro daquele sistema, muitas igrejas afirmam que o dízimo é o dever de todos cristãos. Eles dependem dos dízimos dos membros para prover as grande somas de dinheiro que são necessário para manter seus objetivos, métodos, programas, estrutura de organização e liderança, e dependência em edifícios e outras coisas físicas (muito do que não é baseado na Bíblia).
Debaixo a Lei de Moisés, houve mais do que um dízimo. Houve ao menos três. Então, os israelitas foram requeridos pagar mais do que dez por cento. Os dízimos proviam os fundos para apoiar os sacerdotes de Arão, os sacerdotes de Levi, a obra dos sacerdotes, os estoques que pertencem ao templo, e os sacrifícios (Gen 28:22; Lev 27:30; Num 18:21; Deut 14:22-29; Num 18:21-28; Neh 10:34-39; Mal 3:8-10). Como já tem sido mostrado neste artigo, o templo, os sacrifícios, e o sacerdócio de Arão já não são válido, porque Jesus Cristo cumpriu tudo o que aqueles simbolizavam. Os dízimos era para o propósito de fundar aqueles coisas. Por isso, eles, junto com as coisas que eles financiavam, também já não são válidos. Quando Jesus Cristo morreu na cruz e ressuscitou de morte, a Lei de Moisés, incluindo os dízimos, foi invalidado.
O fato que Jesus Cristo encorajou o dízimo (Mateus 23:23; Lucas 11:42) é usado incorretamente por alguns como evidência que cristãos são requerido dar o dízimo. Porém, isto foi durante a época quando a Lei de Moisés foi [estava] ainda em efeito; foi antes do morte e ressurreição de Cristo. Quando Jesus Cristo morreu como o Cordeiro Sacrifical e deste modo cumpriu a Lei de Moisés, Ele nos deu um novo pacto que substituiu a Lei de Moisés. O novo pacto não requer aos crentes dar os dízimos. Por isso, requerer aos cristãos dar um dízimo é legalismo.
Desde a morte e ressurreição de Cristo, não há exemplos, não há instruções, e não há mandamentos para dízimar. Porém, o Novo Testamento contem exemplos e instruções para ter cuidado da pobre e apoiar eles que pregam/ensinam o evangelho e supervisionam o crescimento de crentes. Em vez de ditar um sumo ou proporção, o Novo Testamento instrui crentes a dar de boa vontade, generosamente, para bom propósitos, sabiamente, e secretamente (1 Coríntios 16:1-2; 2 Coríntios 9:6-8; Mateus 6:1-4.).
O Sábado
Debaixo da Lei de Moisés, o sábado era o dia sétimo da semana no quais os israelitas (a nação que Deus escolheu para que revelar e dar Sua salvação) deveriam descansar dos esforços vocacionais para consagrar o dia ao propósito de louvar à Deus. O dia e as actividades do dia foram um símbolo da obra de salvação que Deus realizaria atravès da vida, morte, e ressurreição de Cristo. O país de Israel simbolicamente apontavam ao perdão de pecado que foi provido por Cristo.
O cumprimento de Cristo da Lei de Moisés inclue o cumprimento do sábado. Por que as observâncias que foram requeridas ao sábado incluiam sacrifícios na terra de Israel no templo por os sacerdotes de Arão, agora é impossível observar o sábado de Moisés.
Depois da ressurreição e a ascenção de Cristo, crentes agora comemoram a ressurreição de Cristo sobre morte por ajuntando-se para louvar no primeiro dia da semana. Isto foi uma pratica que começou pela igreja nos seus primeiros anos (Atos 20:7; 1 Coríntios 16:2). Não é uma substituição pelo sábado de Moisés. Confundí-lo com o sábado é distrair de seu original propósito para celebrar a vitória de Cristo acima do morte e à ressurreição à uma nova vida. Porém, além de descansar (confiar) espiritualmente no pagamento de Cristo por pecado (Hebreus 4:3, 9-11), um sabado cristão não existe para o crente.
Conclusão
Jesus Cristo cumpriu os requisitos da lei por morrer na cruz como o Cordeiro Sacrificial. Sua morte e ressurreição também dá-nos o novo pacto. O novo pacto nos providencia justiça com Deus como um dom por meio da fé. Nós não podemos e não temos que trabalhar para perdão de pecado.
As observâncias de Moisés eram só uma sombra do real. Jesus Cristo é real. O novo pacto nos providencia com as bênções e herança do Senhor Jesus Cristo. Regredir sob a lei de Moisés causa perda desnecessária. Sendo libertados da lei, crentes são fortalecidos-se a viver em amor por Cristo e outros.
- - - - - - -Notas:
1. Em Romanos 10:13, "invocar o nome do Senhor" é também uma referência à santificação e a salvação final. Observe em verso 14 que a pessoa já está crendo (e deste modo tem sido justificado). Na Bíblia, "invocar o nome do Senhor" é crer em Deus, servir à Ele, e louvar à Ele (Atos 9:14; Sofonias 3:9; Gênesis 12:8; 13:4; 21:33; 26:25). Mesmo que "invocar o nome do Senhor" inclue oração à Deus, não é o mesmo como repetir 'a oração.' Assim, Romanos 10:13 não apoia o popular salvação-por-oração método de evangelismo.
No Novo Testamento, o ato público que é desenhado para ser um 'uma-vez' testemunho do arrependimento, conversão, e salvação de uma pessoa é 'batismo' (Atos 2:38; Romanos 6). A Bíblia providencia o batismo como a oportunidade para o novo crente anunciar oralmente sua própria nova fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador.
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